Texto: Helena Novais Em 04.07.2013 A minha alma inquieta está profundamente abalada pela turbulência que sacode as sociedades de todo o mundo. Não posso me livrar da impressão de estarmos, todos, numa encruzilhada, num momento derradeiro que decidirá a sobrevivência da própria humanidade. Mas, de alguma forma, aos poucos, também estou me adaptando ao papel que cabe aos intelectuais: estudar, observar serenamente, experienciar, analisar, diagnosticar, escrever, discutir, fazer o possível para esclarecer expondo pontos de vista. Como resultado dos meus estudos, observações e experiências, estou acreditando, por exemplo, que Julian Assange não exagera quando diz que a Internet é uma ameaça à humanidade. Esta entendida como homens e mulheres permeados por subjetividade própria, por valores, sentimentos e tudo o mais que define almas de homens e mulheres (olha Foucault aí!). Nas minhas divagações estou comparando o lado negro das tecnologias da informação à indústria ...