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Postagens

Kate Bush - Running Up That Hill

Em meio ao caos, a arte.  E eu deixando de vagar por aí e juntando todas as minhas partes... Aqui! Is there so much hate for the ones we love? .

Mensagem na Garrafa - Ano 0, Número 1

"Nós éramos parecidos. Muito parecidos na nossa petulância descuidada de dizer o que pensávamos. Por isso me encantei com suas palavras, com seu jeito outsider, com sua erudição turbulenta e inquieta... Eu continuo a mesma... Minto. Me tornei mais petulante, de um descaramento irmã da descortesia corrosiva que se voltou contra você. Nunca tive paciência para subterfúgios. Máscaras me irritam insuportavelmente. O acúmulo de improváveis e desastres serviu de estimulo à ira tradicionalmente contida. Relevei muito. Não relevo mais nada. De mãos dadas seríamos imbatíveis, um chamando o outro a si quando a subversão ameaçasse ultrapassar a sensatez... Se você não tivesse se tornado surdo... Não sei bem mensurar o ponto em que nos distanciamos... Não que eu não o conheça... Fica difícil avaliar uma realidade que você não confirma... Sei que o prazer de sermos um se transformou em energia fluída de seres opostos em guerra permanente. Produto da ausência de frases curtas que teriam selado ...

Da Superfície

Hoje foi o meu último dia de aula do semestre. E eu estou aqui e não na aula. Não que esteja curtindo uma mera vagabundagem, é que só a pouco conclui meu último compromisso profissional do dia. Tarde. Desde 2008 a minha vida acadêmica vinha assumindo o primeiro lugar na ordem de prioridades. Acontece que a fase se prolongou e perdeu o lugar por força das circunstâncias. E com o trabalho e o dinheiro como prioridades, me vejo na situação de ser obrigada a encarar que sou muito mais parecida com o que já critiquei fervorosamente em outros do que gosto de admitir. Para mim isso não chega a ser novidade. Muitas vezes, ao longo dos últimos anos, me peguei em escolhas que antes havia criticado em alguém. Somos parecidos, sim. Muito parecidos, no lado negro! Somos ou nos tornamos. Não tenho a magnanimidade das pessoas que resgatam as melhores explicações para os piores atos. Em minhas elucubrações passei a descascar as aparências de uma forma que poucos gostariam de saber. Não há ilusão que ...

Fragmentos da Obra em (Des)Construção

Querido diário, não eu não morri... Continuo caminhando sobre a Terra.  Também não há nenhum motivo especial que me leva a escrever cada vez menos. Talvez muitos motivos... Na verdade, há muito acontecendo ao mesmo tempo e sempre me pego invadida por uma vontade urgente de fugir para algum lugar onde não existam celulares,  Internet, nem um monte de banalidades que ameaçam me levar pra longe do essencial.  Hoje em dia é preciso aprender a lidar com a tecnologia da informação para que ela não nos paralise, não nos soterre, não nos transforme em apêndice banal de um mundo banal. Com o celular é fácil de revolver: ignore, desligue, atire na direção da lixeira mais próxima. Pouca coisa é tão urgente que não possa esperar um pouco. Com a Internet é mais difícil. O útil  se funde ao inútil, o necessário se entrelaça com o descartável, o sublime com o aparente. O navegar em linha reta exige o esforço extra de equilibrar-se à beira de abismos. De um lado o fosso da desinform...

Um Bom Dia!

  Hoje o dia começou como qualquer outro. Tomei café da manhã com a Maia enquanto minha mãe ainda dormia. Liguei o computador para trabalhar, mas antes passei pelas manchetes dos jornais. E me veio o enfado... Parece que a mídia entende por notícia apenas misérias, tragédias, corrupção, tendenciosidades, o sobe/desce da bolsa de valores, polêmicas vãs e superficialidades em geral. Claro que não se deve ignorar o lado negativo da vida. A gente precisa saber o que acontece de ruim, precisa tomar posições, precisa ser solidário com quem precisa de ajuda, etc. Mas, a gente também precisa de esperança.  Em meio ao turbilhão de informações e excesso de caos diário a vida fica cada vez mais árida. Falta esperança, beleza, poesia, conforto emocional. E a falta cansa, enfraquece. Por mais que se queira ser positivo, determinado, dinâmico o contexto exaure as energias a ponto da gente às vezes nem saber como recuperá-las, pois nada parece recuperá-las. Mas, hoje o dia também trouxe sua...

Sons e Fúria

Permanecer atada a velhas pendências, principalmente quando se anseia pela aposentadoria de uma forma de vida que já não satisfaz, é muito ruim. Mas, verdade que passar um ano inteiro estudando Estética não é o pior que pode acontecer na vida de alguém. No meu caso tem acrescentado a vantagem de ser farol no caminho. Quando me perco de mim, fico sem rumo e nada parece fazer sentido, o que acaba por me salvar é o passado. Olhando para trás procuro o que me fez feliz um dia, meu porto seguro. Ali relembro quem sou, o que ficou mal resolvido, o que merece ser revisto, retomado. Algo que sempre me tira da impotência, renova as forças e me faz retomar a caminhada é a minha mais antiga e mais forte paixão: a música. Me lembro da menininha que eu um dia fui, que se trancava nos armários de casa com o radinho de pilha no ouvido, no último volume; da adolescente tímida que se trancava no quarto com o aparelho de som sempre no último volume. Sempre fui uma solitária acompanha pelo mais sublime, ...

Message in a Bottle

Diz a lenda que mensagens em garrafas são lançadas ao mar com a esperança de que as águas encaminhem o conteúdo ao seu destino. Não sei ao certo onde li algo a respeito pela primeira vez. Ou talvez não tenha lido e sim visto em algum desenho animado quando criança. Talvez em alguma história em quadrinhos com Pateta e Mickey Mouse do tipo piratas do Caribe, ou em algum filme sobre náufragos... Estou naquela fase da vida em que as lembranças se confundem, se sobrepõem, pois são tantas... Não sei ao certo... Mas, de uns tempos pra cá tenho me pegado envolvida por elas, as lembranças... De coisas bobas, como o sol de um fim de tarde específico num dia qualquer, lembrança de algum gesto, de alguma sensação, de algum cheiro... E sempre é como voltar para casa e ser envolvida num abraço. E me vem a saudade de pessoas que passaram pela minha vida e por algum motivo se foram.  E o que eu diria para essas pessoas, nestes momentos, se pudesse me comunicar com elas? Daí que surgiu a série "Me...

Mensagem na Garrafa - Ano 6, Número 1

E a bola da vez é o Dream Theater. Há dias DT flui, em volume máximo, dos meus fones de ouvido. Me dissolvo em sons e ritmos, em timbres, harmonias e dissonâncias... Evasão! Hoje compreendo melhor o domínio e o fascínio que a música sempre exerceu sobre mim... Ondas sonoras projetadas no espaço em oscilações de frequências variáveis, fazendo vibrar corpos que reagem produzindo sensações... As explicações não diminuem o que há de inexplicável nas sensações, na fusão dos sons com as energias vitais, nas viagens sensoriais, na necessidade de expressar-se produzindo sons, em conversações  furiosas, singelas, agressivas, alegres, mordazes, sublimes, reflexivas... Vez ou outra me vem à mente sua capacidade corrosiva de escárnio... Você zombaria, certamente... Logo eu, que insistia ser o James LaBrie o vocalista chato de uma banda exibicionista enquanto você não se cansava de dizer que "ele canta muito"... Me deixei fixar em Dream Theater.  Há tempo para todas as coisa. É meu tempo ...

Mensagem na Garrafa - Ano 14, Número 1

"O que você pensa das coincidências? Daquela força imperceptível que coloca dois seres em rota de colisão tantas vezes a ponto de denunciar-se? A primeira de uma série foi a sua ausência... Teria eu desejado fazer a você todas as minhas perguntas. O drama não teria se transformado em tragédia.  Teríamos falado sobre coincidências e encadeamentos, sobre vida e progressão... Teria eu me salvado em você de todos os dramas e tragédias...  Nunca vou entender porque Deus permite tragédias a uns como início da felicidade de outros... Você entende ?  Deus tem preferências? Sei que você ainda acredita em Deus. Olha só, eu também! A gente pode acreditar no que não entende, no que não vê, no que não ouve... Mas, eu ouço... Sua voz é uma equação matemática que define objetos, seus tempos e espaços, seus encontros e reencontros...  Espero reencontrar você no fim da linha. Não. Espero reencontrar você antes, bem antes. O quanto antes... Era a você que eu devia ter feito todas as m...

Paul Williams e Philip K. Dick: o primeiro crítico do rock, o último escritor de ficção científica, unidos para sempre

De: Andre Forastieri Philip K. Dick e Paul Williams, com o filho de Phil no colo Paul Williams nos deixa cedo. Era hora. Tinha 64 anos e sofria de Alzheimer. A demência começou a se manifestar em 1995, após um acidente de bicicleta. Já não tinha consciência de nada. Dependia totalmente dos cuidados da família, e da bondade de estranhos, que pingavam contribuições para pagar as contas altas da invalidez. Vivia em uma casa de repouso. Williams inventou o jornalismo rock'n'roll quando estava na faculdade. Tinha 17 anos quando criou a revista Crawdaddy, a primeira a trazer artigos que iam além da fofoca, ou da idolatria dos fãs. Foi em 1966, outro dia mesmo. Incrível pensar que no auge dos Beatles, não tinha ninguém escrevendo sobre eles a sério. Williams foi tão inventor do rock quanto Elvis ou quem você quiser. Antes dele, e de alguns outros de sua geração, rock era música pra curtir, dançar, namorar. Depois foi o sangue nas veias de uma geração, energia vital, imp...

Mensagem na Garrafa - Ano 38, Número 1

De uns tempo pra cá dei de frear o impulso de escrever por mera catarse. Tem sido até bem fácil. Do nada comecei a me pegar envolvida por antigas sensações e fui fechando todas as portas,  capturando as lembranças e me deixando  ficar sozinha com elas. Muda.  Acho que isso começou numa tarde em que a Teka recusava deitar-se. Teimava em ficar sentadinha numa almofada, com o corpinho apoiado contra a parede, olhando pro nada...  Sei que ela percebia relâmpagos e, às vezes, sombras repentinas, mas nunca vou saber ao certo o quanto ela ainda enxergava.  Ficava longos minutos com os olhinhos perdidos na distância, movendo a cabecinha levemente, como quem observava algo... Eu a observava. Me perguntava o que ela via, o que sentia...  E dali em diante tanta vezes me peguei imersa nas sensações daquele dia em que intrigada pelas bolinhas coloridas que esvoaçavam ao meu redor, perguntei a você o que eram elas! "São fluídos que caem do céu", você respondeu... E ...

Terceira Via

Eis que sou novamente a maluca que joga pro alto as oportunidades pelas quais boa parte dos mortais pede aos céu! Mas, desta vez, desconfiei de mim o suficiente para questionar as reais motivações. Teria eu medo de enfrentar as responsabilidades? Ou seria insegurança, complexo de inferioridade? Será que eu minto para mim mesma, me camuflando com idealismos que, na verdade, são meras desculpas para não encarar as reais motivações?  FATO: "a vida é o que acontece enquanto fazemos planos"... O que aconteceu nos últimos meses é que perdi totalmente minha ilusões socialistas. Foi como areia se esvaindo entre os dedos, aos poucos... Me peguei concordando com os filósofos que afirmaram ser o mundo, sempre, o melhor que pode ser. Dadas as condições, vivemos no melhor dos mundos possíveis... Lamentavelmente!  E os motivos da minha descrença foram tantos! Resumindo, me dei conta de que existem mais limitações humanas do que supunha minha vã filosofia. O ser humano é um bicho medroso qu...

Maya

Nada é pior do que a dor das perdas irreversíveis e irreparáveis. Cada um tem seu jeito de conviver com a falta, com a saudade. O meu jeito sempre é me fechar em mim mesma enquanto sigo em recuperação lenta. Quando a Tekinha se foi não posso dizer que eu tenha ficado surpresa. Na verdade, em seus últimos dias eu dizia pra mim mesma que devia me preparar para mais este impacto. No fim, não houve revolta, apenas a aceitação diante do que não podia ser diferente, e a paz por saber que dei a ela tudo o que estava a meu alcance e que ela sabia. Mas me fechei em mim e voltei a estar em companhia da pressão alta, das crises de enxaqueca, da depressão. E não era minha intenção ter outro bichinho em casa tão cedo. Mas, há menos de um mês, num sábado de manhã, eu cruzava meu bairro com um serzinho de olhos meigos pousado nos meus braços. Foi ideia da minha mãe, que na noite anterior chegou em casa encantada com a filhotinha de pinscher vista num pet shop. E tanto a dona Maria insistiu em falar ...

Musicando

O conto é do Gogol, chama-se "O Retrato". Se dele você não quer conhecer começo, meio e fim, pode parar de ler por aqui... Tchartkov é um jovem pintor sem tostões e prestes a tornar-se também sem teto. Talentoso, é aconselhado por seu  Mestre a prosseguir nos esforço para aperfeiçoar sua arte, não sucumbindo ao sucesso fácil. O Mestre lhe diz que talento é algo a ser preservado e desenvolvido, mas que é caprichoso e avesso às vaidades vãs, pelas quais tantos jovens se perdem. Fama, fortuna, bajulação são futilidades a serem evitadas pelo artista de gênio, só aceitas com reservas em consequência de trabalho árduo. Mas, Tchartkov encontra um tesouro escondido e, ao contrário de usá-lo como provisão e continuar os estudos, faz exatamente o contrário do que lhe aconselhou o Mestre. Embarca numa vida de homem rico e fútil, passa a pintar retratos a altos preço, cada vez mais submetendo seus dons aos caprichos de outros em troca de mais dinheiro e uma vida luxuosa. Torna-se muito...

O DIA DA MULHER – Alexandra Kollontai

"O que é o dia da Mulher? É realmente necessário? Será que é uma concessão às mulheres da classe burguesa, às feministas e sufragistas? Será que é nocivo para a unidade do movimento operário? Estas questões ainda se escutam na Rússia, embora já não no estrangeiro. A vida mesma deu uma resposta clara e eloquente a tais perguntas. O Dia da Mulher é um elo na longa e sólida cadeia da mulher no movimento operário. O exército organizado de mulheres trabalhadoras cresce a cada dia. Há vinte anos, as organizações operárias não tinham mais do que grupos dispersos de mulheres nas bases dos partidos operários… Agora os sindicatos ingleses têm mais de 292.000 mulheres sindicalizadas; na Alemanha são à roda de 200.000 sindicalizadas e 150.000 no partido operário, na Áustria há 47.000 nos sindicatos e 20.000 no partido. Em toda a parte, na Itália, na Hungria, na Dinamarca, na Suécia, na Noruega e na Suíça, as mulheres da classe operária estão a organizar a si próprias. O exército de ...

E o Marco Civil da Internet? A luta continua por uma internet Livre Democrática e Feminista !

De Clareana Cunha Para Marcha Mundial das Mulheres Em novembro do ano passado, escrevi um texto falando da questão do Marco civil da internet e a importância de uma internet livre democrática e feminista para nosso movimento, contudo, achei que agora estaria escrevendo sobre os resultados e os avanços desse tema…… só que não. Desde o final do ano passado varias votações do marco civil vem sendo adiadas no congresso, por interesse das teles e alguns Deputados ligados a elas, que continuam mantendo posições não favoráveis adiando sempre a votação do Marco Civil da Internet, sendo que a lei que tipifica crimes na internet e valoriza a prestação de serviços das teles já foi votada. Então vamos falar escrever e reafirmar porque a internet é uma ferramenta importante para o feminismo, e como podemos ajudar a construção de uma internet justa e igualitária longe dos vícios da mídia tradicional. Porque a liberdade na internet é uma luta feminista ? A Internet se a...

Entre a Intenção e o Símbolo

Que não nos falte o tempo... .

Recorrente

Quando criança, eu vivia às voltas com um sonho recorrente. Nele, estava sempre atrasada para algo, precisava pegar um transporte que passaria em dado momento e levaria a algum lugar. E sempre me dava conta de que estava descalça, precisava encontrar o calçado e pegar o transporte. E o tempo ia acabando e o transporte chegando... Despertava em meio à agitação da busca e o desespero da perda. E o sonho se repetia sempre. Mudavam os cenários, os personagens periféricos, mas a história era sempre a mesma. Onde eu deveria chegar, para que, por qual motivo, eu nunca soube. Apenas sentia que chegar era essencial, vital.  O fato é que toda a minha vida está marcada pela falta de sintonia entre o meu tempo e o tempo dos outros. Eu não me formei no colégio quando "deveria" ter me formado, não entrei na faculdade quando "deveria" ter entrado, não me casei nem tive filhos nos tempos em que casar e ter filhos acontece na vida da maior parte das pessoas. Hoje eu "deveria...

Depressão

Não sei bem como aconteceu, mas noutro dia, procurando algo no YouTube (que nem me lembro mais o que era) acabei dando de cara com um vídeo sobre depressão ( Como Superar a Depressão ). Curiosa que sou, fui ver de que se trata e me senti cativada por aquelas pessoas. Na verdade, “cativada” não é bem a palavra. Dizer que me identifiquei é mais sincero. Na verdade, sei bem do que estão falando.  Não me acho uma pessoa dark, mas admito que tenho uma tendência para a melancolia. Sou simpatizante daquele velho estilo romântico exagerado, dada a profundezas e intensidades, mas isso com uma certa suavidade e nada que refute o bom humor ocasional. Não é por acaso que sou admiradora do Oscar Wilde. Aprecio seu hedonismo estiloso, suas sutilezas e a alegria ora cínica, ora serena, como sol de fim de tarde. Esta é a versão ordenada, a versão “normal” de mim.  Mas, tal normalidade tem certo grau de fragilidade, que periodicamente espanta o frescor dos fins de tarde e coloca no lugar um ...

Recomeços

As aulas começaram no dia 4. Não fui... Estava "retirada" numa reunião de trabalho que durou três dias. Daí veio carnaval. E foi o carnaval mais logo e doloroso que eu já vivi... Só ontem me animei a procurar saber o elementar, quais os dias e horários de aula, qual a sala, essas coisas... E buscando saber desembarquei na Moóca no exato momento em que o céu desabava, desaguando nuvens negras, e o fornecimento de energia elétrica era interrompido. Tempestade assustadora! No prédio da faculdade, água invadia as passarelas e funcionários assustados corriam para fechar portas e janelas em meio às raras luzes do gerador. Mas, mal atravessei o portão e me senti envolvida por aquela sensação de quem volta pra casa... E me surpreendi por perceber estar de volta sem sentir o peso na alma que aumentava toda vez que eu pensava naquele lugar. Andei pelos corredores conhecidos sem lembranças amargas e me emocionei por senti-las distante... É que novas preocupações equilibram o peso das an...